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fevereiro 15, 2018

5 passos para desenhar uma estratégia de nuvem adequada

Explorando quais são os drivers para uma migração bem sucedida, pontos como a necessidade de promover a otimização de TI e a necessidade de trazer inovação de TI em meio a uma Transformação Digital surgem como mais relevantes. A partir destes drivers temos 5 passos para desenhar uma estratégia de nuvem adequada.

No caso da otimização da TI levamos em consideração pontos como: redução de custos, mitigação de riscos, modelo “as a Service”, aplicações tradicionais, estratégia de data center migration, upgrade tecnológico, ou seja, estar acompanhando as novas tecnologias ou mão-de-obra especializada.

 

Quando falamos sobre Inovação da TI, enxergamos a melhoria de desempenho, aumento da eficácia, transformação tecnológica, aplicações otimizadas, métodos ágeis e inovadores, novos skills ou DevOps. Enquanto a Transformação Digital engloba tudo isso, além de novas aplicações, processos, serviços, novos modelos de negócios (neste caso a TI é o Negócio).

 

Esses são os macro-pontos para pensarmos em nossa jornada para a nuvem, são os pontos que devem ser considerados para o sucesso da sua jornada. Mas como começar o seu planejamento?

 

1 – Planeje sua estratégia

 

O primeiro passo é definir a sua estratégia, escolher os ambientes que devem ser migrados, como e qual deve começar e desenhar um roadmap da sua jornada.

 

2 – Avalie o seu workload

 

Avalie os requisitos de seus workloads, para saber o quanto da sua infraestrutura ele vai consumir e assim saber se é mais adequado o workload ir inteiro para a nuvem ou manter um ambiente hibrido. Com essa avaliação é possível por exemplo, definir se vale a pena manter um determinado banco de dados no seu data center e levar as aplicações para nuvem estabelecendo a comunicação através de um link dedicado.

3 – Onbording

 

Neste passo é preciso fazer toda a integração da nuvem, caso haja alguma integração de conectividade especifica, defina quais são os templates e o padrão dos recursos a serem utilizados da nuvem. Por exemplo, se formos utilizar um Cloud Management Platform, a plataforma para auxiliar o gerenciamento de diferentes nuvens, é preciso fazer essa configuração.

 

4 – Iniciar a migração

 

Aqui temos um ponto interessante, pois existem algumas abordagens diferentes. Existem tecnologias que os próprios provedores fornecem ou outras de mercado onde você consegue fazer a migração de uma máquina virtual que está no seu virtualizador, direto para a nuvem, ou até mesmo de máquinas físicas.

 

Mas, por outro lado, existe a possibilidade de provisionar aquela mesma aplicação novamente, mas como sempre falamos, isso tem que ser avaliado com cuidado em seu planejamento. Nem sempre fazer a migração é o melhor caminho, as vezes é uma oportunidade para instalarmos a aplicação de uma forma diferente ou revisar as configurações, etc., por isso devemos avaliar a melhor forma de levar ou não para a nuvem.

 

Investigar o que é preciso transformar no ambiente, as vezes uma mudança vai trazer benefícios consideráveis no ambiente de cloud computing, mudança não só nos aspectos de infraestrutura ou de serviços que consumimos, quanto mudança na aplicação mesmo.

 

Toda a parte de validação, fazer testes, avaliar o tempo e duração das migrações, se e possível fazer sem downtime, e se precisar de downtime quanto tempo será e isso tem que ser considerado na hora da sua migração.

 

5 – Gestão das Nuvens

 

O ponto principal neste quesito é integrar a sua monitoração. Se você está trabalhando com nuvens hibridas e suas aplicações estão rodando em mais de um ambiente, você precisa monitorar estes ambientes em conjunto. Monitorar em conjunto também toda a sustentação de aplicações na nuvem, suporte, otimização e automação de uso dos recursos computacionais.

 

Integrar também o DevOps, que já entra na rotina do desenvolvimento e como todas essas aplicações serão orquestradas na nuvem. E por fim a governança integrada combinando estratégias de sourcing de TI.

 

Assim, temos o modelo da jornada para a nuvem:

 

 

estratégia de nuvem.png

 

Todo esse fluxo deve ser revisitado periodicamente conforme a necessidade da aplicação ou da sua companhia. O Gartner aponta que em 2020 a companhia que não tiver uma política de cloud, será tão rara quanto uma companhia que hoje não tem uma política de uso para a internet.  Ou seja, a questão não é mais se vale a pena utilizar Cloud Computing, mas sim, quando e como vamos iniciar nossa jornada.

 

 Jornada para nuvem

 

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