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Fevereiro 10, 2017

6 dicas que você deve considerar ao migrar para a nuvem

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Migrar os dados e aplicações de uma empresa para a nuvem requer uma lista de considerações a serem feitas, desde ferramentas e custos até segurança.
Embora instalações de data centers não estejam necessariamente à beira da extinção, a Computação em Nuvem é uma opção relativamente nova com diversos benefícios, incluindo escalabilidade, agilidade e eficiência de custos. Como resultado, muitas empresas migram suas aplicações e dados para a nuvem, mas antes de dar esse passo, há muitos pontos a serem considerados:

1. Considere a aplicação ou dados

Mesmo sendo incrível a melhora da flexibilidade e escalabilidade, nem toda aplicação é ideal para a nuvem, como aplicações legadas, operações críticas e dados confidenciais. No entanto, para tirar vantagem da computação em nuvem, sem comprometer informações críticas, as empresas podem usar tanto nuvem privada quanto híbrida.

Também é importante considerar a quantidade de recursos que cada aplicação usa. A nuvem pública é um ambiente multi-tenancy, o que significa que as aplicações compartilham recursos. Autoscaling na nuvem pública escala recursos para cima ou para baixo com base na demanda e altos picos de demanda também podem executar os custos de largura de banda e dificultar o desempenho de um app.

2. Avalie os Custos

Muitas organizações migram para a nuvem porque o custo é eficiente, além da redução de custos em hardware e despesas com pessoal de TI. No entanto, os benefícios financeiros são diferentes para cada aplicação, por exemplo, qualquer aplicação com níveis de demanda que aumentam ou diminuem de forma aleatória, como aplicativos móveis, produzem um maior retorno sobre o investimento quando movido para a nuvem. Porém aplicações que usam software legados, como versões anteriores do banco de dados Oracle, podem realmente ser mais caras para executar na nuvem.

Além disso, os custos ocultos podem ser um fato que pese nas decisões das empresas ao decidir migrar para a nuvem, por isso as mesmas necessitam planejar os custos de rede e largura de banda. E mesmo que alguns provedores, como a Amazon Web Services ou a Microsoft Azures ofereçam uma calculadora de preços, os mesmos muitas vezes não são precisos, o ideal seria contratar os serviços de um Broker, que oferecem algumas funcionalidades a mais que os provedores, tal como o tracking de custos.

3. Escolha o tipo da sua nuvem

Aplicações e considerações de custo pesam sobre as empresas quando o assunto é mover para para a nuvem, porém escolher o ambiente certo de nuvem é tão importante quanto eles. E mesmo que haja diversos benefícios em nuvens públicas, privadas e híbridas, as organizações devem determinar qual o melhor modelo que atenda às suas necessidades.

As nuvens públicas, tais como a AWS ou Google, proporcionam um ambiente altamente escalável com um modelo de “pague pelo uso”, mas há um outro lado da moeda: devido à falta de controle e multi-tenancy, setores altamente regulamentados, tais como serviços financeiros e saúde não conseguem usufruir de todos os benefícios da nuvem pública.

As nuvens privadas oferecem mais controle em um ambiente local, mas a gestão recai sobre os ombros da empresa. Ao contrário dos usuários de nuvem pública, os usuários de nuvem privada são responsáveis pela segurança, monitoramento de desempenho, entre outros. E, apesar de uma nuvem híbrida oferecer o melhor dos dois mundos da nuvem (uma mistura de serviços de nuvem privada e pública com orquestração entre elas), problemas de desempenho, como latência e dependência ainda podem surgir, mais uma vez podemos ressaltar a importância de um broker nesse processo para permitir e garantir a possibilidade de utilização do ambiente mais assertivo para clientes de diferentes nuvens;

4. Repense a governança e segurança

A migração para a nuvem muitas vezes pode interromper a estratégia de governança de uma organização. Por exemplo, os métodos de governança que trabalharam para sistemas tradicionais no local provavelmente não irão funcionar para a nuvem e, como organizações movem seus dados para a nuvem pública, o controle da empresa acaba diminuindo e a responsabilidade toda recai sobre os provedores de nuvem. Portanto, as organizações devem moldar suas estratégias de governança para depender menos do controle e segurança interna e mais sobre as ofertas do seu provedor de nuvem.

As preocupações de segurança são um impedimento comum para organizações considerarem migrar para a nuvem, por isso é importante planejar com antecedência possíveis violações, fail over e disaster recovery e, as organizações devem ter em mente também que quaisquer ferramentas ou serviços de segurança adicionais podem aumentar os custos globais de nuvem.

5. Prepare-se para os desafios de migração nuvem-para-nuvem

Migrações não são apenas uma transição da tecnologia local para a nuvem, pode-se também migrar dados de uma nuvem para outra. Essas migrações nuvem-para-nuvem incluem migrar de um fornecedor para outro, bem como as entre nuvens públicas e privadas. No entanto, o processo de migração de nuvens privadas para nuvens públicas pode ser difícil. Enquanto ferramentas de terceiros – como os da Accenture ou Racemi – estão disponíveis para ajudar, não há nenhuma ferramenta completa para lidar com todo o processo de migração e por isso, algumas empresas optam por arquitetar seus próprios serviços.

As migrações nuvem-para-nuvem envolvem um pouco de trabalho trabalho manual também e as empresas precisam testar seus aplicativos e fazer todas as configurações necessárias para máquinas virtuais, redes, sistemas operacionais, entre outros.

6. Defina sua estratégia de migração para a nuvem

Uma vez que você considera seus dados, custos, segurança e os desafios das migrações nuvem-para-nuvem, é hora de elaborar um plano de migração. Um aspecto importante deste plano é decidir o que fazer com os servidores locais. Em alguns casos, as empresas doam ou vendem os hardwares ociosos.

 

E por último, as empresas precisam determinar prazos de migração para suas aplicações e dados, algumas escolhem migrar tudo para a nuvem de uma vez só, porém isto pode ser um desafio e até mesmo arriscado. Inicialmente, é muito mais eficaz começar com aplicações menos críticas e depois mover gradualmente o restante.

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