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Luiz Mattar
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Julho 05, 2018

Como a digitalização determina novas regras de competição no mundo corporativo?

Este artigo foi postado originalmente no linkedin, para vê-lo clique aqui.

 

Para atender um novo tipo de público, as empresas precisam repensar sua forma de lidar com a tecnologia.

 

Competição no mundo corporativo

 

A tecnologia digital mudou completamente a nossa forma de viver, fazendo com que muitos acontecimentos do nosso dia a dia sejam guiados por novos hábitos. Não falo apenas como alguém que fundou uma empresa de Tecnologia e, portanto, está completamente ligado a esse universo. Falo de forma geral.


Quer ver exemplos com os quais você vai se identificar totalmente? Pense no seu dia a dia e em como a tecnologia está presente de forma natural.


Você acorda com o despertador do celular, dá aquela olhada na agenda para se lembrar dos compromissos, verifica os primeiros e-mails e lê ou assiste a algumas notícias do dia enquanto toma café. Sai de casa para seus compromissos. Se for de carro, provavelmente, estará seguindo o GPS ou conferindo a melhor rota sem trânsito no Waze. No escritório, passa a maior parte do tempo resolvendo coisas em frente ao computador, faz reuniões via Skype.


Se tiver vontade de almoçar em um lugar diferente, acessa o Google Maps para ver as sugestões mais próximas, mas se quiser pedir um delivery, um app também pode indicar promoções mais vantajosas para sua região. São tecnologias que cabem na palma da mão por todos os lados - e veja que falamos apenas sobre uma única manhã. Imagine ao longo de todo o dia.


Mas e quando o assunto são as empresas? Como todas essas mudanças impactam internamente na forma de pensar o modelo de trabalho? Apesar de parecer impensável, muitas ainda não estão familiarizadas com a era digital.


Outro ponto positivo que merece destaque é o fato de já termos uma grande evolução na modernização dos processos internos e dos modelos de negócio em prol da digitalização. O uso da Tecnologia da Informação deixou de ser considerado importante somente quando o assunto é puramente técnico, passando a ser um recurso estratégico em análises mais amplas de serviços oferecidos para os mais diversos setores.

Em termos corporativos, estou falando não apenas da automatização, que ajuda bastante, mas também de racionalização e qualificação de processos, insumos, capital humano e criativo. A digitalização integra melhor os departamentos, faz a informação fluir de maneira mais eficiente tanto internamente quanto com clientes, fornecedores e demais stakeholders. Além disso, o monitoramento de informações, vindas de colaboradores, do mercado, das redes sociais, gera um banco de dados que se transforma, essencialmente, em inteligência. Que, vamos lembrar, é a principal matéria-prima para a tomada de decisões estratégicas.


A edição 2017 da pesquisa State of the CIO, conduzida anualmente pelo IDG Enterprise, ajuda a comprovar esta tendência. Dos 646 CIOs entrevistados, 82% afirmaram estar muito menos envolvidos em atividades operacionais como controle de custos e dedicando muito mais de seu tempo e energia a traçar estratégias para diferenciação competitiva, por exemplo. Este número, há cerca de três anos, era de 53%.


As empresas precisam entender o quanto é essencial se reinventar constantemente para continuar oferecendo serviços de qualidade que atendam às novas exigências e comportamentos humanos. Isso vale para os processos internos também. Afinal, o mesmo consumidor habituado a todas essas possibilidades móveis e de conectividade é também o colaborador no quadro da sua empresa. Essa nova forma de pensar e enxergar a tecnologia digital nos negócios é uma atitude no presente que define o caminho do futuro.

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