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Janeiro 22, 2018

Como saber se a sua empresa está preparada para a nuvem?

Sabemos que cloud computing transforma o modo como as empresas trabalham e viabilizam inovações. Porém, algumas empresas acabam atrasando a adoção por existirem dúvidas quanto a esta tecnologia.

Esse atraso prejudica a inovação e impacta na vantagem competitiva, por não acompanhar novas tendências na velocidade que o mercado impõe. E como saber se a sua empresa está preparada para a nuvem?

 

Neste post, vamos desvendar alguns mitos e discutir as estratégias de jornada para nuvem, para que você perceba se a nuvem atende as suas necessidades de uma forma segura e eficiente.

 

Os números não mentem

 

Uma das primeiras empresas de orquestração de nuvem no mundo, a RightScale desenvolveu ano passado uma pesquisa que foi respondida em 60% por empresas americanas, e 40% por empresas de outros paises, ou seja, um público já avançado na Jornada para a Nuvem, mas que nos traz algumas tendências.

 

O destaque desta pesquisa são as empresas que se enquadram no “Cloud Focused”, ou seja, as empresas que já pensam em cloud antes de considerar outro modelo de TI.  Cerca de mil pessoas entre Enterprise e SMB, classificaram a maturidade de cloud computing com a escala abaixo:

 

 RightScale State Of The Cloud Report 2017.png

©2017 RightScale, Inc. All rights reserved - STATE OF THE CLOUD REPORT - licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

 

E como garantir que meus dados não são compartilhados por outras pessoas?

 

A maioria dos players permitem que você utilize recursos de criptografia de dados controlados pelo cliente, no nível da infraestrutura. Ou seja, você tem a chave que controla a criptografia e só você poderia descriptografar os seus dados, então nem o provedor conseguiria acessar.

 

Inclusive se você não quiser utilizar a tecnologia na camada IaaS (Infraestrutura como Serviço) que o provedor disponibiliza, da mesma forma que na sua camada da TI tradicional, você pode utilizar os softwares de proteção de dados e criptografia que já está acostumado no nível do sistema operacional.

 

 A segurança é mais vulnerável na Cloud?

 

Quando começamos a falar sobre cloud computing, segurança era a primeira preocupação dos CIOs, um mito antigo que não é verdadeiro por diversos motivos.

 

Não é novidade que os provedores de Cloud foram planejados para processar dados de milhares de clientes e workloads diversos em larga escala. Neste caso, estamos falando de casos de pequenas empresas, até grandes companhias, como a Netflix. Ou seja, os provedores possuem tecnologias de defesa e mitigação de ataques projetadas para suportar larga escala, isso quer dizer que quanto a isso a sua empresa não deve se sentir insegura. Obviamente existem serviços específicos de mitigação de ataques, como no caso de anti-DDOs, que são serviços contratados a parte, de acordo com as suas aplicações, e que você deve configura-los de acordo com as necessidades da sua empresa. 

 

O próximo gráfico da mesma pesquisa revela o que mencionamos. Não é somente na cloud publica que as empresas estão focadas e 67% das empresas já utilizam a nuvem hibrida, ou seja, a sua empresa pode escolher onde rodar os seus workloads: nuvem pública ou privada.

 Source RightScale STATE OF THE CLOUD REPORT.png

Controle de acesso

 

A sua empresa aplica e segue as políticas de segurança definidas? Cada vez mais os provedores de nuvem disponibilizam controle de acesso granular, através de ferramentas robustas.  

 

Porém, mesmo com todo esse controle de acesso e segurança, existem casos de aplicações onde não se recomenda a migração para uma nuvem publica, seja por questões de compliance, ou pela acessibilidade de dados. Nestes casos, mais uma vez é preciso consultar a sua Governança de TI.


Cloud não deve ser utilizada para ambientes de missão crítica?

 

Ambientes de missão crítica, podem ser críticos por vários aspectos, tanto no que diz respeito a sensibilidade da informação, falta de disponibilidade, performance ou todos eles. Porém, a nuvem tem foco em alta disponibilidade, confiabilidade e automação.

 

Quando falamos sobre os provedores de cloud, conseguimos orquestrar recursos de infraestrutura utilizando scripts, API ou softwares, assim é possível programar para gerar automação, promovendo uma agilidade muito grande em termos de manobra de recursos.

 

Conclusão

 

Os principais provedores de Cloud estão disponíveis em diversas regiões, diversos data centers e diversos países, então basta planejar como deve ser a alta disponibilidade. Falando sobre SLA, hoje eles já são altos e compatíveis com as aplicações mais críticas e sensíveis ofertando uma quantidade de serviço que varia com a necessidade da sua empresa.

 

Conseguimos contratar desde IOPs (input/output per second) dedicados até discos de SSD de performance, maquinas de processamento intenso, maquinas para o uso intensivo de memória, ou seja, a questão da performance também já não é mais um impeditivo para aderir a nuvem, existem diversas opções e basta escolher qual atenderá melhor aos requisitos das suas aplicações.

 

 

Jornada para nuvem

 

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