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Fevereiro 10, 2017

Enquanto muitas empresas passam por recessões, os gigantes das nuvens vão até bem

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Na última quinta-feira, 22/10, três das maiores e mais importantes empresas de tecnologia reportou lucro: Google, Amazon e Microsoft. Todas elas superaram as expectativas, e grandes expectativas aliás. Os preços de todas suas ações subiram dramaticamente: Google subiu 7,7%, Amazon 6,23% e Microsoft 10,08%!

 

Não coincidentemente, essas três empresas são também os líderes de computação em nuvem, que tem substituído tradicionais servidores há aproximadamente 15 anos, mas somente nos últimos 5 anos é o mercado tem expandido mais significativamente. E hoje, tanto a Amazon quanto a Microsoft devem grande parte de seus resultados aos seus negócios em nuvem.

Timing perfeito para a nuvem

A razão é simples. Algumas décadas atrás, cada empresa tinha seus próprios computadores em um data center próprio ou alugado. Esses computadores rodavam seus websites, operações internas, entre outras aplicações.

 

Com a computação em nuvem, as empresas terceirizam os serviços de outras, estas especializadas em tecnologia. A nuvem permite que elas foquem mais na tecnologia que ajuda seu negócio crescer do que se preocupar com as últimas atualizações de software e patches de segurança, hardwares ou refrigeração adequada.

 

Pense em como a tecnologia tornou-se tão comum e essencial em nossas vidas pessoais, assim como o oxigênio. Hoje, nós nem sequer pensamos mais sobre os nossos telefones, apenas os usamos. A mesma coisa acontece lentamente nos negócios e na utilização em nuvem.

 

Amazon, Google, Microsoft foram à frente e apenas aceleraram o movimento. E agora eles estão colhendo os benefícios.

 

O X da questão: muito avançada, muito estagnada ou apenas indo para o caminho certo?

O resultado do sucesso que estas três empresas demonstraram na última semana vai contra a estirpe de preocupação que ronda o Vale do Silício e todo o setor de tecnologia. Os investidores clamam que muitas startups estão sobrevalorizadas, e além disso, várias demissões estão acontecendo na região.

 

Porém, por outro lado, há muitas empresas que com pouco tempo de vida já tem um valuation superior à 1 bilhão de dólares. Elas levantaram investimentos muito rápido com base no crescimento do usuário, sem ao menos saber como estes mesmos usuários iriam se tornar  em clientes rentáveis.

 

Não é tão difícil de mostrar o crescimento rápido do usuário se você está subsidiando cada novo usuário; que é como vender 1 dólar por 0,75 centavos, comenta o jornalista Matt Rosoff.

 

Como comentou Fred Wilson, investidor de risco americano,  as empresas com margens negativas irão acabar aos poucos quando não puderem mais levantar novos fundos. Ele é particularmente cético sobre serviços “on demand”,como serviços de entrega de alimentos e algumas empresas que prestam serviços à startups e não são claras quanto aos custos que passam à elas.

 

Por outro lado, há um grupo de empresas que está ficando para trás. Elas estiveram tão ocupadas protegendo suas “vacas leiteiras” existentes, que foram ficando muito lentas para abraçar as tecnologias que ameaçavam matá-las. Neste contexto, você pode ver por exemplo, o caso da HP, que acaba de fechar seu negócio em nuvem, e a Oracle, que está tendo que reestudar e refazer seu serviço em nuvem.

 

E no meio, você tem as empresas que estão fazendo ‘direito’. A Amazon tem investido seu lucro em novos negócios desde a sua criação. Ela obteve muito sucesso em um novo segmento – a nuvem – que algum dia poderá ser até maior do que o seu negócio de varejo original.

 

O Google tomou estrategicamente os lucros da publicidade de sua ferramenta de busca e foi expandindo gradualmente, até produzir seis produtos que são utilizados no total por mais de 1 bilhão de pessoas.

 

A Microsoft foi deixada de lado há alguns anos atrás, no entanto, ela conseguiu se reinventar e dar a volta por cima, abraçando e lançando precocemente, em 2009, o serviço de nuvem, um negócio que está crescendo rápido o suficiente para compensar o lento declínio de seus serviços para PC.

 

Outras empresas que estão indo também em um caminho certo são a Apple, que além de sempre ter investido muito em computadores pessoais (Mac), começou a investir em dispositivos móveis muito antes de saber que eles dominariam o mundo tecnológico; e o Facebook, que também focou no serviço mobile logo após a abertura de capital em 2012.

 

Muitas dessas empresas também têm balanças crescentes. O Google tem mais de US$ 70 bilhões em dinheiro ao redor do mundo e a Microsoft US$ 100 bilhões.

 

Enquanto as empresas “muito avançadas” implodem no mercado, “as estagnadas” se consolidam em fusões para ganhar mais lucros, vendo seus negócios principais encolhendo, e as empresas “no caminho certo” vão se posicionando cada vez mais no mercado.

 

Fonte: Business Insider

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